Portal Favelas promove oficinas de educaçao popular, saúde e cidadania

Atualizado: 9 de mar.

Inscreva-se aqui - https://bit.ly/portalfavelas


O projeto "Portal Favelas no combate à Covid-19 - Saúde Mental, Politização e Informação Preventiva" organiza o ciclo de oficinas Portal Favelas e Educação Popular, que será composto por 20 oficinas, divididas em 4 grandes grupos temáticos: 1)Direito à Cidadania, 2)Direito à Comunicação popular, 3) Saúde e Saúde Mental nas Favelas e Periferias e 4)Autossustentabilidade alimentar. O projeto é uma parceria entre o Portal Favelas, a FioCruz, a UFRJ e outros parceiros.


Serão ministradas aulas virtuais, por intelectuais orgânicos, lideranças periféricas, da cidade e do campo; indígenas, camponeses do MST, conhecedores do universo das periferias brasileiras junto à Universidade. Os encontros se darão ao longo de 10 sábados consecutivos, sempre de 10hs às 13hs, sendo que a cada sábado teremos duas oficinas.


A programação segue abaixo.
https://docs.google.com/document/d/1-S7fANkcPxXy9VJzyh5VjFUPDyeVHu0aB5T-_B2AONk/edit


O público alvo será de lideranças comunitárias, comunicadores populares, ativistas de movimentos sociais e de coletivos que atuem nas favelas, dirigentes de associações de moradores, jovens que trabalhem com cultura, arte, esporte, lazer, educação popular, comunicação popular, na área da psicanálise das clínicas de borda, saúde mental comunitária e empreendedorismo nos territórios de favelas, além de todos aqueles que querem contribuir para o enfrentamento do racismo e da necropolítica. O ciclo de oficinas será gratuito. Os/as interessados/as deverão se inscrever, preenchendo o formulário. Teremos um limite máximo de 100 inscrições. As inscrições deverão ser feitas até o dia 18 de março. Os inscritos poderão assistir e participar de todas as 20 oficinas oferecidas ao longo do ciclo, mas também poderão optar por aquelas q considera mais interessantes, assistindo no mínimo 5, escolhidas a seu critério.


O ciclo de oficinas procurará se basear nos princípios de educação popular desenvolvidos pelo educador brasileiro Paulo Freire, cujo centenário de nascimento foi comemorado no ano passado. Portanto, baseado numa educação libertadora, aonde todos/as temos algo a aprender e também a ensinar. Essa direção se conjuga com o princípio ético psicanalítico de que o saber silenciado, ao ser escutado e legitimado, produz transformação subjetiva e social. O objetivo é contribuir na formação política das lideranças comunitárias, lhes dando maior validade epistêmica e autoconfiança da comunidade nas batalhas cotidianas que travam por mais direitos e mais democracia, dentro e fora de seus territórios.


Coordenação: Orlando Guilhon e Mariana Mollica

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