Fiocruz celebra o Dia Internacional da Mulher

A Fundação Oswaldo Cruz celebra o dia internacional da Mulher com atividades durante toda a semana.


O mês de março é marcado pelo dia internacional da mulher, intitulado em 1975 pela Organização das Nações Unidas – ONU, com o objetivo de não só celebrar esse dia, mas também reivindicar pelos direitos das mulheres que por anos foi negado, como por exemplo, as condições de trabalho. O dia honra as lutas feministas, e foi escolhido, pois foi a data que aconteceu um incêndio na fábrica têxtil em Nova York, Estados Unidos, matando centenas de operárias.

Neste contexto, a Fiocruz, prepara uma programação chamada “Pela vida e pela saúde de todas elas”, que começou na segunda-feira (07) e vai até o dia 11 de março, com o intuito de homenagear e empoderar as mulheres trabalhadoras da instituição. A partir de 13H30, O evento homenegeia 17 mulheres pelas suas trajetórias e contribuições e será transmitido pelo canal do youtube do IFF/Fiocruz.



Além disso, a Fundação reúne também pesquisadoras para o debate “Mulher e Saúde Global”, o evento ocorre nesta quarta-feira (9/3), às 10h, de forma online e contará com a participação de quatro especialistas internacionais e nacionais para debater assuntos como as prioridades para 2022, violação e garantia de direitos e as expressões do racismo no atendimento à mulher. O debate faz parte dos Seminários Avançados em CRIS em Saúde Global e Diplomacia da Saúde 2022.


Mesmo com a luta de anos pelos seus direitos, mulheres ainda sofrem com preconceitos e violências. Em 2020, ano que começou a pandemia da covid-19, foram realizadas 105 mil denúncias de violência contra a mulher. Essas denúncias foram registradas pelo 180 e pelo disque 100. Para a ministra da mulher, da família e dos direitos humanos, Damares Alves, este aumento se deu por conta da pandemia. “Nós infelizmente, tivemos de deixar dentro de casa agressor e vitíma, e foi um fenômeno que aconteceu no mundo inteiro e nós lamentamos”, afirma a ministra ao G1.

“A expectativa é a de que os temas trazidos pelas pesquisadoras do IFF, como a perspectiva de violação de direitos das mulheres, o racismo e suas expressões na saúde das mulheres negras, dialoguem com a visão da saúde global trazida pelas representantes das agências internacionais”, comenta Maria Gomes, coordenadora de Ações Nacionais e de Cooperação do IFF/Fiocruz


Fonte: Fundação Oswaldo Cruz


6 visualizações