Cooperativa faz vaquinha para cooperativa de energia solar, na Babilônia

Apesar de muitos acreditarem que toda a energia da favela vem de conexões clandestinas (“gatos”), a pesquisa da Revolusolar, realizada em 2017 com moradores no Morro da Babilônia, mostrou que a realidade é outra: Boa parte da população local paga caro pela energia que consome e, mesmo sem o benefício da tarifa social, está com a conta de luz em dia. Ainda assim, as quedas de energia no morro são frequentes e o atendimento é demorado e inadequado.


Na pandemia, a situação se tornou ainda mais difícil: Cerca de 80% dos trabalhadores da favela são autônomos e perderam renda com a crise, ficando à mercê do auxílio emergencial. Para colaborar, clique aqui. Restam apenas 10 dias para arrecadar R$ 65 para viabilizar a implementação.


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