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Como sex shop do Alemão conseguiu inovar durante a pandemia

Atualizado: Ago 22

Empreender não é fácil, não é um mar de rosas, mas para muitos é a única solução contra o desemprego,  principalmente, nas favelas. Muitos têm suas empresas devidamente registradas como microempreendedores individuais, e assim pagam seus impostos e trabalham em diversos segmentos. Você já se perguntou como a pandemia atingiu esses microempreendedores? Então, hoje contarei a vocês uma história que deu certo: A iniciativa de Amanda Santos, CEO da Caixa da Peta.


Amanda, moradora do Complexo do Alemão, trabalha com produtos de sex shop e seu público era formado por amigos. Por serem produtos que necessitam de discrição, com a chegada da pandemia, Amanda Santos viu suas vendas caírem a zero, pois sempre fez atendimento residencial. Ela precisou se reinventar como empreendedora

Ativou redes sociais, fechou parceria com o motoboy, se desafiou a implantar um atendimento personalizado com o preço justo e entrega rápida. Agora está até em expansão, adicionando outros segmentos à Caixa da Peta.


"Empreender nessa pandemia foi bem difícil, a gente teve que ter jogo de cintura, minhas vendas caíram muito. Mas eu consegui fechar com o motoboy. Estamos vendendo pelas redes sociais. A pessoa escolhe um número e a gente vai lá e envia", comenta, assista mais no vídeo abaixo.


Hoje a maioria dos seus clientes são novos, vindos das redes sociais. Amanda confessa que não tinha domínio sobre essas redes, pois manuseava apenas por diversão. Teve que descobrir sozinha meios de chamar atenção de sua clientela, formas de se manter no topo dos stories e maneiras de fazer seus produtos chegarem aos seus clientes.


E assim, a moradora do Complexo da Alemão conseguiu dar a volta por cima diante da pandemia e fazer com o que seu empreendimento obtivessem sucesso gerando renda, inclusive, para terceiros, pois um motoboy só não deu conta da demanda de entregas.



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